segunda-feira, 11 de junho de 2007

AVALIÇÃO DO PROJETO AQUECIMENTO GLOBAL: CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS

EMEF Rodrigues de Carvalho – Disciplina de História – Prof.º Moisés Basílio Leal – 2007

Período de realização: 10 de abril a 6 de junho de 2007 nas aulas de História


Aluno: Turma 8B


Roteiro das Atividades para avaliação:

1. Apresentação inicial do projeto pelo professor Moisés.

( ) Foi boa e motivou me motivou.

( ) Foi boa, mas motivou não me motivou.

( )Faltei no dia ou não prestei atenção

( ) Não foi clara e me deixou dúvidas

( ) Outra. Qual?

2. Formação dos grupos e escolha dos temas para cada grupo.

a) Qual o tema do seu grupo:

b) O grupo funcionou bem? ( ) Sim ( ) Não - Por que?

3. Pesquisa de material de estudo sobre o tema escolhido.

a) Você pesquisou material para o trabalho? ( ) SIM ( ) NÃO

b) Se não pesquisou, por quê? ­­­­­­­­

c) Se pesquisou, onde você encontrou material?

d) Cite pelo menos um material que você leu sobre o tema do seu grupo:

4. Elaboração de perguntas sobre o tema pesquisa pelo grupo.

a) Você ajudou na elaboração das perguntas em seu grupo? ( ) SIM ( ) NÃO

b) Você se lembra de uma pergunta do seu grupo? Qual?

5. Organização da apresentação do trabalho.

a) Seu grupo conseguiu usar as perguntas para organizar a apresentação do trabalho? ( ) SIM ( ) NÃO

b) Seu grupo conseguiu se reunir fora da escola para organizar a apresentação do trabalho? ( ) SIM ( ) NÃO

Explique:

c) Seu grupo usou os horários do laboratório de informática para organizar o trabalho? ( ) SIM ( ) NÃO

Explique:

d) Seu grupo conseguiu terminar a organização d a apresentação do trabalho? ( ) SIM ( ) NÃO

Explique:

6. Visita ao aterro sanitário São João.

Você foi? ( ) SIM ( ) NÃO

Se você foi qual sua opinião? Se você não foi, o que ouviu comentar?

7. Você participou do levantamento do número de árvore nas ruas do Mascarenhas de Moraes.

( ) SIM ( ) NÃO Como?

8. Você participou do passeio pelas ruas do bairro no dia 5 de junho – Dia Mundial do Meio Ambiente.

( ) SIM ( ) NÃO Qual a sua opinião?

9. O que você aprendeu com esse Projeto sobre Aquecimento Global?

10. Qual o conceito que você dá para os participantes dessa experiência?

a) Você ( ) P ( ) S ( ) NS

b) O seu Grupo ( ) P ( ) S ( ) NS

c) Para a classe ( ) P ( ) S ( ) NS

d) O professor Moisés ( ) P ( ) S ( ) NS

segunda-feira, 2 de abril de 2007

TEMA: Posse e Propriedade – A luta pela terra no Brasil – MST x UDR

EMEF Rodrigues de Carvalho - Disciplina de História
Profº Moisés Basílio Leal – abril/2007 – 7º ano Ciclo II

Aluno 1:

Aluno 2:

Atividade: Pesquisa utilizando a Internet e os programas Word e Power Point

I. Entre na pagina do professor Moisés mascahistoria.blogspot.com/2007/04/tema-posse-e-propriedade-luta-pela.html , copie a atividade e cole numa página do Word.

II. Pesquisa na Internet

  1. Entre no site do MST www.mst.org.br e procure uma informação importante sobre esse movimento.
  2. Depois, entre no site da UDR www.udr.org.br e procure outra informação importante sobre esse movimento.

III. Agora, responda na sua página do Word:

  1. O que significa a sigla MST e qual a informação importante que vocês conseguiram sobre esse movimento?
  2. O que significa a sigla UDR e qual a informação importante que vocês conseguiram sobre a UDR?
  3. Fundação do MST. Procure no site do MST, no link Quem Somos, as seguintes informações: O ano, a cidade, o estado e o que reafirmou o primeiro encontro do MST.
  4. Fundação da UDR. Procure no site da UDR, no link Histórico, as seguintes informações: Os anos, a cidades e os estados em que foi funda da UDR e qual o motivo da fundação desse movimento.
  5. Constituição de 1988. Procure no site do MST, no link Quem Somos, as seguintes informações: Qual a importante conquista dos movimentos sociais. Por que?
  6. Constituição de 1988. Procure no site da UDR, no link Histórico, a seguinte informação: O que os proprietários rurais conseguiram colocar na Constituição?
  7. Objetivos atuais do MST: Procure no site do MST, no link Quem Somos, as seguintes informações: Nesses 22 anos de existências qual tem sido o papel, onde ele está organizado e por que luta o MST?
  8. Objetivos atuais da UDR: Procure no site da UDR, no link Histórico, as seguintes informações: Por que e em que anos a UDR ficou desativada, e em que ano ela foi reativada? E, como uma entidade de classe, qual o principio fundamental da UDR?

IV. Agora, monte uma apresentação da sua pesquisa usando o programa Power Pont.

  1. Organize os slides da sua apresentação, copiando e colando as respostas da pesquisa.
  2. Para ilustrar pesquise as imagens adequadas nos sites do MST e da UDR. Para conseguir mais opções de imagens, entre no site de busca do Google www.google.com.br e pesquise as palavras – acampamentos sem terra e propriedade rural – na opção IMAGEM.
  3. No primeiro slide vocês devem colocar o nome do tema da pesquisa, o nome da escola, os nomes e séries dos alunos, as disciplinas, os nomes dos professores e a data.
  4. No ultimo slide vocês dever colocar as fontes da pesquisa, ou seja, o nome dos sites da pesquisa, data em que foram acessados e o endereço eletrônico.
  5. Converse com os professores sobre a possibilidade de incluir som na apresentação.

sábado, 3 de março de 2007

RESOLUÇÃO DE PROBLEMA: PICHAÇÃO

HISTÓRIA DA PICHAÇÃO

Fonte: Internet - Site da Escola da Vila acessado em 3/3/2007 - http://intra.vila.com.br/sites_2002a/urbana/grapixo/histpixo.htm

HISTÓRIA DA PICHAÇÃO

A pichação é uma prática que interfere no espaço, muitas vezes desagradando os que são alvos de comentários, donos de paredes brancas, muros de estabelecimentos etc. A pichação subverte valores, é espontânea, efêmera e gratuita. Prática que tem como sua base as letras e formas diferentes que podem significar : protestos políticos, xingamentos aos que irão ler o que está no muro, protesto de gangs, simples vontade de sujar o espaço alheio entre outras coisas. Mas uma pergunta que muitas pessoas se fazem é de onde vem tudo isso? Quem foi o precursor desta prática?

Sabe-se que a pichação podia ser vista em paredes das antigas civilizações, portanto esta não é uma atividade contemporânea. A cidade de Pompéia, vitima de um vulcão chamado Vesúvio, que entrou em erupção dia 24 de agosto de 79 d.C. ( por isso foi preservada.) tinha muros onde predominavam todo o tipo de pichação, como xingamentos, propagandas políticas, anúncios, poesias... se escrevia de tudo nas paredes. Até na idade média, na época em que a Inquisição queimava as bruxas cobrindo-as de piche, os padres pichavam as paredes dos conventos que eram rivais, ajudando a expor suas ideologias e criticar doutrinas contrárias, governantes , ditadores e todo tipo de gente a quem se queria difamar.

A prática teve uma grande evolução após a Segunda guerra mundial, quando começou a produção de materiais em aerosol, assim tintas spray podiam deixar tudo mais rápido e fácil para quem costumava pichar. Durante a revolta estudantil de Paris, os gritos de liberdade dos estudantes eram também passados para os muros com os sprays , garantindo que as pessoas lessem e pensassem sobre as propostas dos revolucionários.

No Brasil pichações como as de um vendedor de cães que escrevia nos muros : Cão fila km 22, são lembradas até hoje.Como esta prática era considerada subversiva e proibida, geralmente era praticada a noite, mas com o passar do tempo, começou a perder seu antigo propósito político e revolucionário, e começou a ser praticada por grupos que já não queriam protestar contra os governos e ideologias, mas sim era usada para declarar amor, fazer piadas ou simplesmente registrar o nome dos autores, o que se aproxima mais das pichações de hoje. O artista multimídia e grafiteiro Hudinilson Júnior contou que certa vez estava escrevendo em um muro como de costume a frase“ah ah BEIJE-ME.” Então surge uma garota, lhe dá um beijo e diz : sempre me senti curiosa a respeito de quem escrevia isso por toda a cidade.

A pichação durante os anos da ditadura militar, quase não era vista na cidade de São Paulo, era totalmente intolerada, pois não existia nenhuma liberdade de expressão, assim aconteceu na Alemanha, no muro de Berlim, seu lado oriental era limpo e de pintura intacta, já o outro lado possuía uma série de pichações. Que com a demolição do muro tiveram espaço perante toda a imprensa mundial, significando a própria liberdade de expressão.

A PICHAÇÃO NA CIDADE DE SÃO PAULO

Na cidade de São Paulo, o picho se intensificou bem mais do que em outros lugares do mundo e tem atualmente uma definição diferente. Desde os anos 80 até os dias atuais, constantes mudanças relativas a sua forma e a seus adeptos, os valores entre os próprios pichadores mudaram bastante. Portanto em São Paulo existe uma prática característica da cidade, que teve todo um processo de criação e evolução. No início dos anos 80, a pichação consistia em escrever exaustivamente o próprio nome em grande escala dentro de inúmeros bairros e avenidas da cidade com isso o objetivo principal para os praticantes era sair do anonimato, simplesmente ser notado. Com o passar do tempo surge uma competição entre os pichadores pelo espaço, surge a utilização dos pseudônimos ao invés dos nomes, passa a existir grupos de pessoas que juntos, divulgam símbolos para representar um determinado grupo, a competição pela fama entre os grupos se alastra, com formas cada vez mais chamativas e frequentes o espaço físico da cidade se vê saturado.

Agora a competição pela fama é tanta, que o que passa a Ter mais valor para os adeptos da prática já não é mais a quantidade, mas sim o grau de dificuldade que o pichador encontrava para realizar sua obra. Portanto os altos dos prédios começam a ser cobiçados, os edifícios mais altos da cidade como o edifício Itália foram pichados. Os porteiros, zeladores e seguranças eram facilmente driblados, os jovens eram segurados pelas pernas de cabeça para baixo, onde tinham de ser rápidos e eficientes, qualquer deslize significaria a morte.


Com o tempo a pichação atinge seu auge. A imprensa abordava muito o tema, ressaltando a ambição e a coragem dos jovens que arriscavam a vida para escrever com tinta nos lugares proibidos. Isso atraía mais e mais adeptos para o picho, muitos queriam aparecer na televisão, revistas e jornais com o status de corajosos jovens marginais. Cada vez mais esses jovens desafiavam as autoridades e se arriscavam pelo sucesso. Nesta época o teatro municipal havia sido reformado, a mídia chamava muita a atenção do caso, emitindo matérias que chamavam muita a atenção os pichadores, quem teria a coragem de pichar o teatro primeiro?Parecia um concurso. Então o índice de jovens assassinados quando pegos se multiplicou. O mesmo aconteceu no Rio de Janeiro, onde dois paulistas picharam o cristo redentor, foram pegos, e presos, ficaram famosos, recebiam inúmeros convites para dar entrevistas e aparecer em programas de rádio e tv, até no exterior seus nomes apareciam. Como pena os jovens foram obrigados a limpar as pichações da cidade por seis meses junto com a equipe de limpeza da prefeitura.

Atualmente todas essas fases do picho ocorrem juntas na cidade, mas mesmo sem a promoção da mídia, muitos pichadores declaram que o que os faz correr os riscos são as sensações de adrenalina, muitos declaram que a prática se tornou um vício.

Existiram alguns pichadores que marcaram suas épocas na cidade de São Paulo. Um deles é o atual artista plástico Juneca, que escrevia seu nome junto a um companheiro denominado Bilão, Juneca foi perseguido até pelo prefeito na época Jânio Quadros e quando pego virou manchete de jornal,“Juneca e Bilão vão pichar a cadeia”. Outro que virou notícia quando morreu foi o pichador denominado DI, foi o responsável por pichar a mansão do Matarazzo, ( tradicional família paulista) o que também virou matéria, também pichou inúmeros prédios e monumentos da cidade. Sem contar as inúmeras manchetes que envolvem as pichações, nos jornais populares da cidade é muito comum encontrar manchetes como “pichador vai pichar alto da padoca e despenca!”.

Em outras regiões do Brasil, a pichação também é um problema, como no caso do Rio de Janeiro, onde a pichação evoluiu para outro lado, sem a preocupação de grupos como em São Paulo, e não existe tanta competição entre os indivíduos, mas a competição ocorre pelo espaço que no Rio acaba se tornando maior do que em São Paulo pois as letras lá são na verdade “tags”, que é uma espécie de assinatura em que o pichador não para de pressionar o pino da lata de spray, resultando em algo característico de letra cursiva. No Rio, como o tráfico de drogas é muito intenso as coligações criminais criam uma identificação para demarcar seu território, que geralmente são as iniciais da facção criminosa. Um exemplo muito conhecido é o Comando Vermelho, que abrevia-se C.V.

A PICHAÇÃO NA SOCIEDADE ATUAL

A cidade de São Paulo atualmente, por ser uma cidade gigantesca, uma das maiores de todo o mundo tem os mais diversos problemas, desde a criminalidade, poluição, até falta do bom senso das pessoas que nela residem.

A pichação, por incrível que pareça não pode ser considerada mais um simples problema, mas deve ser tratada como um grande problema pois se situa dentro de alguns outros muito graves no atual contexto da cidade. O picho pode se situar dentro da poluição por exemplo. Quem nunca andou pela cidade e não se incomodou com as inúmeras formas e símbolos desenhados nos mais diversos lugares, desde os tradicionais muros, alto dos prédios, até o desconforto dentro de veículos como os ônibus, que circulam depredados pela cidade. A pichação se encontra em tudo o que se olha na cidade, tudo já virou alvo das latas de tinta, e de outros materiais usados para pichar. A poluição visual é tamanha, misturando outdoors, faixas, anúncios de todas as naturezas, que somados a violência, o desrespeito para com o outro, o trânsito caótico a criminalidade entre outros problemas, acaba em proporcionar uma população revoltada, extremamente cansada, e sem disposição para tratar dos problemas sociais com racionalidade.

A pichação também contribui com a violência na cidade em várias situações. Desde a polícia que pode chegar a espancar os jovens que picham, até os próprios donos das casas ou estabelecimentos pichados, que não pensam duas vezes antes de sair atirando no primeiro que comprometer a estética de suas propriedades. Entre os pichadores a violência também ocorre, grupos rivais de todas as partes da cidade entrem em confronto deixando como resultado muitas vezes a morte de jovens que não passam dos dezoito anos de idade.

O atual governo responsável pela cidade está adotando o grafite como remédio para esta situação. O grafite é a forma mais indicada para a resolução deste problema social com os pichadores. A cidade de São Paulo se encontra suja, destruída, cada vez mais os jovens perdem o respeito pelas paredes, pelos monumentos da cidade, pelos órgãos da prefeitura como hospitais por exemplo. Atos de vandalismo como pichar, destruir telefones públicos, ou até o simples descuido de jogar lixo em vias públicas leva a cidade para um processo de degradação, onde cada vez mais se torna dificíl a relação dos cidadãos com o espaço. A oportunidade de passar para a população como um todo, e até para policiais e autoridades as diferenças entre pichar e grafitar, entre destruir a cidade ou melhora-la em sua disposição estética e artística, não deve ser desperdiçada..

Existe agora a possibilidade de tirar um jovem considerado subversivo, excluído culturalmente pois a pichação é uma forma de expressão marginalizada, e inseri-lo em uma nova concepção de expressão que assim como o picho advém das latas de tintas, que tem em comum uma ideologia de revolucionar, divulgar a informação do povo para todos, mostrar a realidade da população urbana, mas agora de uma maneira em que o potencial artístico desse jovem é explorado, e este passa a contribuir e não mais destruir o espaço que é bem comum de todos .

A pichação já a algum tempo está banalizada na capital paulista, ou seja os ideais de revolução, até a própria liberdade de expressão se vê banalizada no atual contexto. Pichar no conceito dos jovens paulistanos não passa de uma competição incansável entre os inúmeros grupos que tomam os espaços horizontais e verticais nas ruas. Apenas a vontade de pichar é o motivo, sem ideologias para passar os pichadores não podem mais ser considerados parte da luta contra a alienação das pessoas perante os problemas sociais nacionais, como acontecia nas décadas antecessores, mas podem se encontrar dentro deste conceito de alienação pois escrever uma palavra que nada significa compulsivamente em um muro não leva ninguém a refletir sobre nada, apenas piora o contexto urbano atual na capital, que já é muito complicado.

Enfim, o pichador hoje em dia na cidade de São Paulo está excluído culturalmente, pois não tem um ideal, não luta por nada. Salvo exceções, quando nos encontramos em época de eleições são freqüentes as pichações políticas que defendem um político, partido etc... até as que são contra toda a política nacional e consistem em frases de protesto contra o sistema.

Já que cultura pode ser considerada a construção da identidade de um povo, a pichação e os pichadores neste conceito não estão incluídos, a julgar por suas atitudes que não acrescentam nada a construção de um valor de um povo brasileiro, insatisfeito com seus governantes, revoltado mas que possui meios mais civilizados de lidar com os atuais efeitos da corrupção e ilegalidade, criminalidade e preconceitos que degradam sua sociedade.

quinta-feira, 1 de março de 2007

MASCAHISTÓRIA

Eu Masco História
Tu Masca História
Ele Masca História

Nós Mascaremos História
Nos Mascarenhas fazemos HISTÓRIA!